27/06/2022
______🙏Original🙏______
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❤∞O PODER DO DESTINO∞❤
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✓Gênero: Romance/Drama💏
✓Escritor: Raiinho Will
✓Tel: 949859131
✓Capítulos: 07 & 08 💻
[EXCLUSIVO]
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Após achar, ela clicou a chamar mas acabou caindo na caixa postal. Tentou novamente e deu no mesmo.
A angústia a consumiu por completo e pôs-se lacrimejar ao se pronunciar:
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--para de tentar evitar a desilusão, Ayana. Está na cara que ele só quer brincar contigo. (Disse ela tristemente arrastando a cadeira para trás)
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Após isso, sugurou a sua bolsa vermelha e levou a fita no seu ombro muito antes de ajeitar a sua blusa a mesma cor e pôr-se a caminhar abandonando aquele local numa tremenda infelicidade sabendo que vestia uma calça branca e tênis a mesma cor...
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CONTINUANDO.
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Aquela noite prevalecia quando o pequeno Matheus se encontrava sentado na mesa de sua casa fazendo seus desenhos animados.
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O lápis na sua mão exercia leves movimentos pois ele desenhava com bastante cautela, doutro lado da mesa se via outras cartolinas com desenhos já feitos.
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--Isso.(Falou maravilhado consigo mesmo ao terminar de desenhar reparando o mesmo)- eu disse na maninha que conseguiria desenhar o Batman e aqui está.(Acrescentou com um sorriso orgulhoso nos lábios virando-se na porta ao ouvi-la se abrindo)
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Era a Ayana entrando, fechou a porta de volta seguindo na sala onde via o seu irmão descendo da cara e vindo corrida em sua direção.
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--Maninha, tal como te disse, aqui está o Batman... (falou empolgado o Matheus parando em sua frente mostrando o desenho pra ela)
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--Ayana: hah, você conseguiu, que bom.(Falou ela forçando um sorriso em seguida enquanto o olhava)
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--Matheus: consegui sim, eu disse-te que conseguiria.(Falou sorrindo completamente maravilhado consigo mesmo)
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--Ayana: E olha que eu não duvidei, apenas disse que não conseguirias para exigir mais de você. (Disse calma passando por ele alcançando a mesa)
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Matheus virou seu corpo seguindo atrás dela ainda falando:
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--Valeu apena teres dito aquilo e isso ajudou bastante. (Falou ele parando a volta da mesa olhando-a que se sentava na mesa inclinando a cabeça em seguida)- o quê foi?. Aconteceu alguma coisa?.(Indagou preocupado, se aproximando a ela)
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--Ayana: não foi nada e não aconteceu nada, estou bem. Só estou exausta.(disse ela, levantando a cabeça e olhando o rosto dele preocupado)
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--Não me pareces estar bem.(Falou o Matheus, olhando ela fixamente)- aconteceu alguma coisa no trabalho será?.
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--Imagina, não aconteceu nada é sério.(Falou a Ayana se colocando em pé e virando-se a ele)- não te preocupes, estou bem graças a Deus.(Acrescentou agitando seus cabelos cheios)
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--Matheus: se dizes.(Falou dando de ombros)
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--Acredita, não estou lhe escondendo nada.(Disse a Ayana forçando um sorriso em seguida)- agora vou deixar você desenhar, acredito que ainda tens muitos outros projetos por concluires não é?. (Olhou pra ele)
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--Tenho sim, agora vou desenhar o Lionel Messi juntamente suas sete bolas de ouro.(Falou o Matheus dando a volta da mesa puxando a cadeira e se sentando pegando no lápis novamente)
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--Ayana: boa sorte aí, até amanhã. (Despediu-se dele se endereçando ao corredor em seguida)
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Matheus ficou olhando as costas dela vendo ela entrando no seu quarto após ter abrido a porta.
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--Ela pensa que a mim engana, sei muito bem que tem algo incomodando-a. Enfim, se ela não quiser partilhar comigo, que fique.(Monologou o Matheus muito antes de posicionar a cartolina e começar com o desenho na medida em que aquela noite ia passando)
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O AMANHECER.
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No alvorecer do dia seguinte, o sol já se encontrava patente em torno da cidade, os veículos governavam as estradas enquanto os piões faziam das pedestres seus reféns.
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Naquela mesma manhã, o Amir descia cautelosamente os degraus de adentragem a casa enquanto trocava sms com alguém.
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--Porquê ela me está atribuindo todos esses adjetivos pejorativos?. O quê será que ele aprontou de novo?.(Indagou-se em um tom plácido largando último degrau seguindo até o seu carro que se via estacionado a esquerda do quintal)
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Muito antes dele alcançar o carro e abrir a porta, a sua atenção foi desviada nas escadas onde se via o Akin descendo os mesmos.
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Curiosamente, ambos trajavam fato social da mesma cor, azul escuro, o que acabou deixando-os mais iguais do que já eram.
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--Podemos conversar com mais calma agora?.(Falou em um tom suave o Amir, olhando no seu irmão que caminhava a direita do quintal onde se encontrava o seu carro estacionado)
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Ouvindo isso, Akin parou de costas a ele sentindo a sua presença em sua trás.
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--Não me lembro de ter um assunto para conversar com você. (Disse ele, de costas a ele ouvindo passos do mesmo se aconchegando a ele)
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--Obviamente que temos e muito. (Falou o Amir parando em sua trás)- quer saber...(acrescentou passando na frente dele antes de dar sequência)- eu lhe admiro bastante, sabias?.(olhou pra ele, parado agora em sua frente)
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--Akin: claro, não és único a confessar isso.(Falou irônico reparando-o e rindo sem graças em seguida)
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--Amir: não estou falando de muitos, estou falando de mim.(Disse em um tom calmo, cruzando braços enquanto o fitava)- te admiro por seres tão meigo e atraente, não vês isso em você?.
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--Akin: vejo sim, tal como vejo em você também.(Falou calmo, em um tom responsável e com o semblante seriado)
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--Amir: bom ouvir isso.(Suspirou fundo)- maninho, posso saber o porquê você está sempre atrás das mulheres cujo eu estou afim?.(Indagou em um tom calmo e gentil, olhando-o firmemente)
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--Akin: que pergunta estúpida.(Disse calmo rindo irônico em seguida)- na verdade, as mulheres cujo estás te referindo são elas que vêm atrás de mim.
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--Não, não acho.(Negou o Amir fazendo não com a cabeça)- dentre todas namoradas que eu já peguei, a metade delas foram para a cama com você por te passares por mim, achas essa atitude sensata?. Como te sentirias se eu fizesse o mesmo?. Tu tens a Samira, namoram há um bom tempo mas por nenhum momento já cheguei a passar-me por você e ir com ela pra cama, porque tens feito isso comigo?. Será que quando crianças lhe fiz algo que até ao momento guardas-me rancor?. Se sim, não me lembro e pra já, peço desculpas.(Concluiu em um tom manso olhando-o)
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O Akin optou silêncio olhando-o apenas, processando tudo quanto o seu irmão acabava de dizer.
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--Depois da pequena briga que tivemos ontem, fiquei pensando a noite toda e vi que é irrelevante a gente estar sempre em discrepâncias.(Falou o Amir aterrando a sua mão no ombro dele e olhando-o nos olhos)- querido irmão, a gente pode ter uma bela amizade doravante, você aceita isso?.
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Porém, o Akin optou novamente pelo silêncio, olhando-o firmemente vendo o rosto carente do mesmo.
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--Você está fazendo amizade como para que eu venha f**ar longe da Ayana é isso?. Olha, se for pra isso, não vai dar. Eu e a Ayana estamos apaixonados um pelo outro e ninguém vai interferir isso.(Falou o Akin olhando-o seriamente)
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--Amir: ah?. Sério?.(Retrucou com ironia rindo sem graças ao vê-lo confirmando com a cabeça)- pois se isso for verdade, ela deve estar pensando que é comigo que está afim, no entanto, direi nela que somos gêmeos e daí ela irá questionar se entre nós quem é o Amir e, depois disso, já sabes o que vem a seguir.(Acrescentou sorrindo levemente ao conseguir deixá-lo apreensivo com isso)
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--Akin: tira sua mão do meu ombro, idiota.(Berrou indignado tirando a mão dele de seu ombro fortemente)- querendo tu ou não, a Ayana f**ará comigo pois eu sou primeiro a conhecê-la e não você e vê se f**a longe dela, estou avisando.(Acrescentou furioso apontando-lhe dedo)
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--Amir: não, você é quem deve f**ar longe dela, pois se realmente queres f**ar com ela, porque não dizes a verdade nela que és o Akin e não Amir?. Ham?. Pois sabes tu que se o fizeres, ela irá correr para mim pelo facto de não seres mais bonito e atraente que eu.(Acrescentou com sarcasmo reparando-o com ironia)
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Consequentemente, após ele dizer isso, o Akin acabou levando-se numa tremenda fúria, tanto que formou seu punho direito esticando-o afim de acertá-lo mas, de uma forma rápida e treinada, o Amir o segurou no braço importunando-lhe.
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--Nem tente, estou avisando, não te atreves a tocar em mim se não quiseres ver o seu rosto todo deformado pois faz tempo que lhe venho evitando.(Falou o Amir segurando o braço dele e olhando-o furiosamente com olhos extremamente arregalados)
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Todavia, o Akin o empurrou com as duas mãos e o Amir recuou de costas sentindo seu corpo se imprensando no carro do mesmo que se encontrava atrás dele.
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--Seu imbecil.(Bradou o Amir vindo em direção dele com punhos formados vendo o Akin fazendo posição de combate aguardando por ele)
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--Párem com isso agora e já....(Gritou indignado o senhor Hugo vindo em direção deles apressadamente com o seu cabedal produzindo barulho a cada passo)
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Ele alcançou-os entrando no meio deles e separando-os com as mãos.
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--Deixa eu dar cabo dele, papai... (bradou furioso o Akin lutando para passar nele e partir em cima do seu irmão)
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--Afaste-se papai, eu vou quebrar a cara dele...(bradou furioso o Amir tentando passar por ele também)
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--Chega, chega.. Eu disse chega....(Gritou feito louco o senhor Hugo olhando no Akin e a seguir no Amir indignadamente)- me respeitem, sou vosso pai, vosso pai....(Gritou outra vez olhando pra eles com seus olhos acesos reinando raiva neles)
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Amir abrandou-se ao vê-lo tão irado no momento enquanto o Akin ainda tentava passar por ele afim de partir em cima do mesmo.
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--Akin, chega drogas....(Gritou o senhor Hugo olhando pra ele furiosamente)
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--Akin: papai, ele é que....
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Foi interrompido:
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--Eu disse chega...(Bradou furioso o senhor Hugo)
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Akin acalmou-se após isso e em seguida passou por ele alcançando a porta do seu carro.
Abriu a mesma e entrou batendo-a forte ao fechá-la.
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--Sr. Hugo: e você, Amir...(travou a fala ao virar-se no Amir e vê-lo de costas a ele se endereçando no seu carro também)
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Amir entrou no seu carro ligando o mesmo e saindo do quintal atrás do carro do Akin que saía também enquanto o segurança Mansur segurava o portão olhando os dois carros da mesma marca saindo um atrás do outro.
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Senhor Hugo suspirou fundo ao f**ar sozinho parado no meio do quintal vendo os carros de seus filhos abandonando o quintal seguidamente.
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Por lado da jovem Ayana, estava ela no restaurante exercendo o seu trabalho.
O seu semblante estava meio acabrunhado, o desânimo a consumia enquanto servia as mesas solicitadas, alguns clientes direcionavam-na algumas verbas hilariantes e ela simplesmente forçava um sorriso gracioso para a satisfação deles.
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O seu semblante não passava despercebido para o Civan que parava no balcão apoiando seus cotovelos sobre ele e segurando suas bochechas com ambas as mãos.
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Terminando a Ayana de servir as mesas solicitadas, lá estava ela agora voltando ao balcão abraçando a bandeja denotando exaustão na sua fisionomia.
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--Está sendo chato o dia de hoje.(Falou ela em um tom aborrecido pousando a bandeja sobre balcão olhando no Civan)
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--Civan: pois está, faz tempo notei o desânimo em você. (Falou calmo olhando ela)- porquê não vai pra casa se não te sentes bem?.
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--Ayana: você sabe que não posso nem?. A dona Lourença não vai aceitar isso.(Falou ela, suspirando fundo em seguida)
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--Vai sim aceitar, pode ser que venha lhe dar algumas horas, ou seja, saires mais cedo hoje.(Falou o Civan olhando o rosto entediado dela)
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--Ayana: tá bem, farei isso.
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--Civan: desculpa a pergunta, será que estás assim pelo cansaço ou tem algo mais para além disso?.(Indagou confuso e curioso olhando-a)
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--Ayana: cansaço apenas.(Respondeu curta fugindo olhos dele olhando no centro do restaurante onde se via os fregueses comendo)
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--Civan: não parece só isso, olha, sabes muito bem que se alguém tentar brincar com você sou capaz de quebrar a cara dele não é?. Já noutro dia lhe disse isso.(Falou sério fazendo-a voltar a sua atenção nele)
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--Ayana: não, Civan, deixa de ser possessivo. Está tudo bem comigo, relaxa. (Falou sorrindo leve olhando a cara dele furibunda)
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--Civan: espero que seja isso mesmo, se estiveres mentindo pra mim e eu descobrir que tem alguém deixando você nesse estado, podes crer que o corpo do mesmo será incorporado no OCI.(Falou sério olhando ela e vendo-a rindo graciosamente)- não ria, estou falando sério.
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--Ayana: OK, OK...(Falou repetidamente tentando segurar a risada)- muito obrigada por isso, ao menos isso me conforta porque tem alguém pronto a me proteger.(Acrescentou congratulada olhando ele com um leve sorriso no rosto)
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--Civan: bem que sabes, ao cair da noite levo você na minha moto, pode ser?.(Olhou pra ela pestanejando lentamente enquanto a fitava)
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--Ayana: pode sim, até porque não tenho mesmo táxi. (Falou sorrindo leve)
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--Combinado, agora, vamos trabalhar...(Falou o Civan erguendo-se enquanto a Ayana abandonou o balcão se endereçando numa das mesas locais onde acabava de ser acionada por um casal jovem)
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--Senhor Amir, espere por favor...(Chamou por ele a jovem Cidália correndo atrás do Akin que caminhava pelo corredor da empresa ainda com a fúria na pele)
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Akin parou virando-se pra ela vendo-a parando em sua frente com algumas papeladas nas mãos.
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--O quê você quer?. Diz logo...(Bradou indignado o Akin olhando ela fazendo-a tomar um susto e medo)
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--Desculpa por ser inconveniente, senhor, apenas quero lhe entregar esses documentos para assinar. (Falou ligeiramente a Cidália com a expressão corporal amedrontada enquanto olhava o semblante pungente do mesmo)
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Então, o Akin recebeu as mesmas papelas e, sem ao menos ler o que nelas estava escrito, ele segurou as duas laterais das mesmas com ambas as mãos rasgando-as enquanto a Cidália ficou olhando-o admiradamente.
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--Eu não sou o Amir e tudo que for pra ele chegar nas minhas mãos, será rasgado.(Falou furioso o Akin jogando o resto na cara dela muito antes de dá-lá costas e seguir pelo corredor)
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A Cidália agachou perto das papeladas rasgadas recolhendo as mesmas tentando juntá-las tristemente enquanto em sua trás vinha o Amir.
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--Cidália, o quê está fazendo?.(Perguntou confuso o Amir ao alcançá-la olhando-a curiosamente)
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--Cidália: senhor Amir, o seu irmão acabou rasgando as papeladas provenientes de outra empresa que carecia da sua assinatura. (Falou triste se colocando em pé olhando ele)
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Dito isso, rapidamente o Amir agachou perto dela pegando nas metades dos papéis que se viam no chão juntando os mesmos.
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--Cidália, porquê você entregou nele?.(Questionou triste o Amir enquanto se colocava em pé olhando ela desmoralizadamente)
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--Cidália: pensei que fosses tu, senhor.(Falou decepcionada consigo mesma olhando pra ele)
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--Amir: mas como?. Tu ainda não conheces-me categoricamente?. (Indagou em um tom melancólico olhando ela)
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--Cidália: pensava eu que já o conhecia o suficiente, mas acabei vendo que isso está longe de acontecer. (Confessou, suspirando fundo em seguida)- para além de serem completamente parecidos, trajaram da mesma forma e com isso f**a difícil discernir quem é quem.(Concluiu, olhando o rosto dele devastado)
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--Amir: ok, agora não sei o quê fazer para recuperar as informações desta documentação. (Falou triste olhando ela)
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--Cidália: eu posso ajudar, será uma supresa e agora podes ir no seu escritório que o seu café deve estar esfriando a essas horas.(Falou calma, nascendo um sorriso leve no rosto ao vê-lo suspirando fundo e parecendo mais calmo)
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--Está bem, obrigado. (agradeceu o Amir)- depois então. (Acrescentou se despedindo e pegando o corredor em seguida)
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A Cidália ficou parada no meio do corredor olhando as costas dele e vendo-o se distanciando dela a passos lancinantes.
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Ainda na mesma empresa, o Akin já se encontrava no seu escritório parado ao pé da janela contemplando a vista de fora segurando um copo de whisky em suas mãos.
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--A Ayana será minha, custando o que custar.(Monologou convicto dando um golo no whisky em seguida)- ele pensa que me vai impedir isso, pena dele pois...(travou a fala virando-se na porta ao ouvi-la se abrindo)- o quê você quer aqui?.(Indagou furioso ao ver o Amir entrando)
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--Amir: vim tratar de algo com você.(Falou sério parando doutro lado da mesa olhando ele)
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Akin optou silêncio dando por sinal ele começar por falar.
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--Os nossos problemas pessoais não devem prevalecer até aqui na empresa, quero que aqui nos vejamos como colegas que somos, não gostei tampouco do que fizeste.(Falou sério o Amir olhando ele)
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--Akin: e depois de não gostares o quê fiz, o quê pensas em fazer posteriormente?. (retrucou irônico, pousando o copo de whisky sobre mesa e erguendo-se olhando ele)
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--Amir: vim apenas lhe tomar providências quanto a isso, que fique bem claro. Da próxima não irás gostar do que farei.(Falou sério, fitando-o com raiva)
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--Está me ameaçando, caro irmão?. (retrucou o Akin em um tom seguido de sarcanismo olhando-o)
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--Amir: não, pelo contrário, apenas lhe estou avisando e não lhe ameaçando. (Falou sério, dando costas em seguida)
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Ele foi alcançando a saída enquanto o Akin ficou olhando as costas dele com um sorriso cáustico nos lábios.
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--Parabéns, tens uma secretária linda e gostosa.(Falou o Akin em um tom provocante fazendo-o parar já ao pé da porta)- terá mal algum se eu cair com ela também?. Ou vás me dizer que é sua namorada também?. Uma vez que todas são suas.(Acrescentou sarcástico, pondo-se a rir pirraçadamente ao vê-lo saindo e batendo forte a porta na sua saída)
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O Amir acabou entrando no seu escritório seguindo até a janela numa tremenda fúria passando a mesa onde se via um pire com chávena sobre ela juntamente uma pequena colher.
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--Dr**as, como ele é tão astuto. Porque não consigo o vencer com as palavras?. Ele tem sempre respostas chocantes. (Falou consigo mesmo o Amir parado ao pé da janela de vidro olhando a cidade numa tremenda indignação)- não, ele não terá domínio de mim novamente, ei mostrá-lo que também sou mancho quanto a ele.(Acrescentou determinado virando-se na sua mesa)
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Puxou pra trás a sua cadeira rolante se esparramando nela em seguida muito antes de ligar o computador e começar com o trabalho.
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NOITE.
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Ao cair da noite, o silêncio se tornava governador daquela cidade pela hora que se vivenciava nela, os veículos diminuíam nas estradas enquanto nas pedestres evidenciava-se ausência de piões.
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--Vamos, use aí o capacete.(Falou o Civan arremessando o capacete na Ayana que já se encontrava parada ao pé da moto deste)
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Ayana agarrou o capacete com ambas as mãos usando o mesmo logo em seguida enquanto olhava o Civan que erguia a moto pondo a chave nela.
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Após colocar as chaves, ele ligou as luzes ligando a moto posteriormente.
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--Civan: sobe.(Disse ele olhando a Ayana a partir do espelho lateral vendo-a subindo na moto após isso)
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Em sequência, o Civan acelerou largando a embreagem lentamente pegando a estrada enquanto atrás deles seguia um carro com faróis acesos.
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Pelo caminho, a Ayana gritava de desespero pela velocidade que a moto acarretava e aquilo parecia agradar o Civan ao ver o desespero dela.
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--Pára, pára, Civan...(Gritou angustiada a Ayana batendo-o nas costas com ambas as mãos vendo o mesmo apaziguando a velocidade)
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--Civan: relaxa, chegamos...(Falou sorrindo estacionando frente a casa da mesma)
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Rapidamente a Ayana desceu da morto tirando o capacete e jogando-o nele muito antes de se pronunciar:
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--Que fique bem claro, nunca mais subirei na sua maldita moto.(Bradou na cara dele a Ayana dando-o costas em seguida se endereçando no portão de sua casa)
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Civan desceu da moto a pressas pondo descanso e seguindo atrás dela ligeiramente.
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--Ayana, me desculpe.. (Ele desculpou-se segurando-a pelo braço fazendo-a parar e virar-se a ele numa tremenda fúria)
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--Que desculpa que nada, seu imbecil. (Bradou a Ayana olhando-o indignadamente)- você quase que...(travou a fala virando-se a esquerda onde acabava de estacionar um carro focando-os com as luzes frontais)
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--Que muleke é esse?.(Disse furioso o Civan olhando no mesmo carro)- Óh imbecil, não vês que está dando cabo dos nossos olhos?.(Bradou indignado fitando friamente o mesmo carro)
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Dito ele isso, as luzes referidas apagaram-se e de seguida ouviu-se a porta do mesmo carro se abrindo.
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Ayana suspirou fundo formando punhos ao ver a pessoa que descia do mesmo carro. Era o Amir que arremessou a porta caminhando em direção deles em seguida.
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--O quê esse cara faz aqui e como ele ficou sabendo a sua casa?.(Questionou furioso e com ciumes o Civan virando-se na Ayana ouvindo passos do Amir se aproximando mais a eles)
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--Ayana: deixa ele vir, pois não sabe o que lhe espera.(Falou furiosa com punhos formados aguardando o Amir)
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Porém, o Amir acabou se apercebendo dos punhos dela formados e consequentemente parou seus passos a uma pequena distância deles denotando medo no seu semblante.
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--Parou porquê?. Venha, seu imbecil, venha...(Falou furiosa a Ayana indo ao encontro dele com ambos punhos cerrados)
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O Amir foi recuando seus passos paulatinamente numa altura que um outro carro acabava de estacionar a direita deles e deste desceu o Akin se endereçando a eles trajado o fato social semelhante com o que o Amir trajava....
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*
CONTINUA...
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POR: RAIINHO WILL.
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AOS 350 NOVOS CAPÍTULOS SERÃO LANÇADOS SEM DEMORA PELO ISIDRO WISHED.🙌😍💝😊
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