27/01/2024
“O tempo, e novo estilo de vida de uma família de uma mãe solo Cristina Tavares o tempo aos pouco, me liberou dos dias que vivi com os filhos pequenos. Das noites sem dormir e dos dias sem repouso. O tempo hoje é de saudade do melhor momento de vida como mãe, que vivia e são meus para sempre nunca poderei esquecer das mãos gordinhas que me agarravam sem parar, que subiam no meu pescoço, me agarravam, me faziam de suas bonecas de seus times de suas piadas e risadas por me dá sustos e meu pulo quando iam cair é me conquistaram sem restrições e sem duvidar. Seus corpinhos que encheram meus braços e dobraram minhas costas. Das muitas vezes que me chamavam e não permitiam atrasos, espera, nunca foi o forte dos meus 3 filhos todos tinham presa o tempo passava junto com seus desejos e objetivos de conquistas e desafios de pular de ser jogar e de conquista sempre foram dinâmicas e sem medo por saber que a mãe estava sempre lá para defender e proteger, não tinham medo dos seus tombos e quedas ao ar livre. Mais creio que o tempo me devolveu o ócio dos domingos e das chamadas repetidas de ‘mãe, mãe, mãe…’, por avó, vó vó vó que deram-me o privilégio ter ser outra vez uma protetora e afastavam o medo da solidão. O tempo aliviou o peso da responsabilidade que me oprimia o peito. O tempo, sem embargo, inexoravelmente esfriará outra vez minha cama que já esteve quente de corpos pequenos e respiros apressados. Esvaziará os olhos dos meus filhos que transbordaram um amor poderoso e incontrolável veio os netos e o tempo outra vez resolveu levar sei que o tempo hoje não é meu tempo sim o tempo deles dos lares conteúdo dos para eles somente para viver suas contrições onde não faço parte deste tempo.
Mas o tempo tirará de seus lábios meu nome que fora gritado e cantado, chorado e pronunciado cem, mil vezes. Hoje fui Cancelada , pouco a pouco, a intimidade da sua pele com a minha e a confiança absoluta que nos fez um único em pensamentos e corpos, com o mesmo cheiro, o mesmo espírito e coragem. O Tempo separou, para sempre, o pudor e a vergonha com o prejulgamento da consciência adulta de nossas diferenças. Como se fosse um rio que escava o seu leito, o tempo colocará em risco a confiança de seus olhos em mim, como se eu já não fosse uma pessoa onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o oceano, regular o não regulável e curar o incurável.
Deixarão de me pedir ajuda, porque não acreditarão mais que eu possa salvá-los. Pararão de me imitar porque não desejarão mais se parecer comigo. Deixarão de preferir a minha companhia pelas dos outros (este é o ciclo dos filhos atuais deste século não que eu não seja mais quem sei que sou a mãe maravilha e guerreira só que no tempo deles de hoje não faço mais parte).
Foram-se as paixões, as raivas passageiras e o zelo, o amor e o medo. Apagaram-se os ecos dos risos e das canções. O acalanto e os ‘Era uma vez…’ hoje ecoam no tempo passado onde as lembranças estão somente em minha caminhada ao longo dos anos que fui importante para seus crescimento e proteção fiz com todo amor que o tempo me proporcionou sei a mãe que fui e sei que como avó fui melhor ainda só que o tempo me obrigou a sai de Sena . Porque, com o passar do tempo, meus filhos descobriram que tenho muitos defeitos e, se eu tiver sorte, algum deles me perdoará.
Sábio e cínico, o tempo fará com que me esqueçam. Esquecerão ainda que não queiram. Esquecerão as cócegas e o ‘corre-corre’, os beijos nas pálpebras e os choros que, de repente, cessavam com um abraço. As viagens e os jogos, as caminhadas e a febre alta. As danças, as tortas, os pratos favoritos e os filmes e desenhos cheios de alegrias e as danças sem forma cheia de amor ao longo dos seus crescimento as lições de escola o primeiro contorno no papel a primeira palavra oi mama papa dar dar aí as carícias enquanto dormiam, as orações de proteção a cada noite os sustos ao ver caindo do sofá da cama ou até mesmo ao tentar levantar antes de ter total equilíbrio ao ficar em pé seu primeiro anda tudo está no tempo que foi bom para mim por ter aprendido ser mãe. O Tempo separou, para sempre, o pudor e a vergonha com o prejulgamento da consciência adulta de nossas diferenças. Como se fosse um rio que escava o seu leito, o tempo colocará em risco a confiança de seus olhos em mim, como se eu já não fosse uma pessoa onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o oceano, regular o não regulável e curar o incurável. Meus filhos se esquecerão que os amamentei e os protegi durante um tempo até que o sono chegasse; que lhes dei de comer, que os consolei e os levantei quando caíram. Esquecerão que dormiram sobre meu peito; que houve um tempo em que necessitaram tanto de mim como o ar que respiram. Esquecerão, porque isto é o que fazem os filhos, porque é isso que o tempo faz. E eu, eu tenho que aprender a recordar esse tempo também por eles, com ternura e sem arrependimentos, sem cobranças e com imensa gratidão! Peço a Deus que o protejam E que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com cada um deles, e que seus filhos nunca tentei esquece eles como pais e mães ser chegar este tempo da saudade e da ausência que meus filhos lembrei deste tempo que me foi dado por cada um deles e nunca esqueçam dos seus filhos assim como o tempo não me fez esquecer deles mesmo sendo cancelada por eles e pelo tempo de hoje!
Gratidão Deus por ter sinto a mãe que fui faria tudo outra vez por amor de ser mãe!