Servimos, nossa paixão pela natureza, pela cidade, pelo servir e pelo resgate do imaginário lúdico genuinamente joinvilense. Também servimos a boa música, a leitura, o encontro e as conversas descontraídas, através de grãos de café cultivados sem aditivos químicos, moídos na hora, passado ou espresso, fresquinho, preparado pelo nosso barista especialmente para o seu momento, seja uma simples parad
a no dia a dia, ou no seu evento, pois se você quiser, estaremos lá. Escolhemos servir café, por este ter o poder de nos conectar às pessoas, ao momento presente e a tantos e diversos sentimentos e emoções. Sobre uma bike, por ser símbolo inegável da nossa região e assim podermos estar próximo de você. Após utilizados, servirão de ninho para embriões de plantas da região, que se desenvolverão em um cantinho mágico na estrada para os morros. O que sobra, a borra do café, virará adubo e também retornará à terra. Como as vezes o café nos chama para um docinho, na bike Castelo do Monte você poderá se deliciar com o coração tranquilo, pois todas as opções tem alma de criança, são puras, artesanais, feitas com amor, livres de latícineos, ovos, e algumas como num passe de mágica, nem açúcar possuem. Mas já avisamos, é de lamber os beiços, difícil comer um só. Se quiser saber um pouco mais sobre nós e nossa história, te contamos tudo nas próximas linhas:
UM POUCO SOBRE NÓS E COMO SURGIU O CASTELO DO MONTE
Tiago e eu sempre tivemos vontade de colocar nossa visão de mundo, como vivemos e nosso amor pelo café em um empreendimento. Somos joinvilenses, ele de nascimento, eu de infância e criação. Nossa cidade é a maior do estado, conhecida como a Manchester Catarinense, cidade do trabalho, uma potencia industrial da qual todo bom morador daqui se orgulha. Entretanto, a cidade cresceu em torno das fábricas e de costas para sua riqueza natural. Nós buscamos resgatar e viver a beleza original joinvilense, desde os pequenos detalhes do nosso cotidiano, como observar os pássaros, os morros, arvores nativas, PANCS, ao nosso lazer que envolve passeios frequentes às cachoeiras, rios, morros, baía e praias da região. Acreditamos que através da simplicidade, do amor, da alegria e do serviço é possível alcançar a autorealização. Já diziam os sábios: “Quem não vive para servir, não serve para viver”. Para nós a felicidade é simples, é de casa, é natural, como um bom café orgânico. É isso o que queremos servir. Eu sou a Carla, educadora em saúde, nutricionista, entusiasta do Ayurveda, mãe do Caiuá. Praticante de yoga a muitos anos, vegetariana por amor à vida. Acredito que através da alimentação e da escolha pelo consumo de produtos orgânicos, podemos nos conectar profundamente com a nossa saúde, da sociedade e do planeta e fazer a diferença. O Tiago é artista de alma, músico, compositor, economista de formação, pai do Caiuá. Surfista por amor as belezas do mar e recentemente apaixonado pela profissão de barista. Herdeiro de uma coleção de vinis do avô dele, sempre sabe escolher qual bolacha harmoniza melhor o dia e sua nova invenção de café. Juntos demos à luz ao nosso filho, em um parto longo, intenso, transformador e muito lindo. Alguns dias depois, carregados por essa energia de vida, criamos a Castelo do Monte café. Desde o nome ao tipo de grão, copo, cor madeira; todos os detalhes do Castelo do monte fazem parte do nosso imaginário e cotidiano. Assim como na história do café, a região onde vivemos é cercada de lendas e misticismo. Buscamos no imaginário das histórias, contadas desde muito tempo pelos imigrantes e moradores da região, que envolvem lugares belíssimos em torno da cidade. Encontramos nos morros onde reside a entrada para a Terra Oca, caminho de Peabiru, túneos que os interligam, triangulo, visitação de OVINIs e outros mitos, a nossa inspiração para o nome e logo. Nosso indío surgiu com seu cavalo branco, após lermos em uma publicação de 11/11/1886 do jornal Kolonie Zeitung jornal da Colônia Dona Franscisca, fundado por Ottokar Doerffel, (coincidência ou não, exatamente 130 anos antes da nossa inauguração), a publicação dizia
“...perdida entre as brumas, a brisa da montanha espalha pelo arvoredo o segredo do Castelo dos Bugres. A lenda diz que um cavalo branco preso dentro do espinheiral aguarda a descida da ponte movediça que irá permitir a saída do senhor, um cacique que um dia ali penetrou. Enquanto o senhor não sair do castelo não haverá libertação para o pobre cavalo angustiado. O cacique, porém, ainda irá permanecer por muito tempo no interior do castelo, enquanto no lado de fora, pela estrada, os apressados irão passando, espreitando a íngreme formação e seu guardião”
A lenda continua, e diz “ Entretanto em noite de lua clara é possível avistar o cacique surgir do alto do Castelo dos Bugres, montado num cavalo branco brandindo uma lança flamejante”
Coincidência ou não, próximo a data de lançamento da Castelo do Monte nos deparamos com a notícia publicada no Diário Catarinense dia 07/11/2016- 16h42min, que diz:
“A lua cheia da próxima segunda-feira, 14 de novembro, será a maior e mais brilhante dos últimos 70 anos. Esta é a segunda superlua de 2016, mas é a mais próxima da Terra desde 26 de janeiro de 1948. A próxima vez que a lua chegará tão perto do planeta Terra será daqui a 18 anos, dia 25 de novembro de 2034.”
Será que nesta super lua o Indio enfim libertou o seu cavalo? foi possível avistá-lo em seu cavalo branco cavalgando pelo Castelo dos Bugres? Libertamos o imaginário lúdico e deixamos que mais encantos se agreguem ao nosso café.